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terça-feira, 21 de junho de 2011

Cantar e cantar e cantar...

Cantar é como um desabafo com melodia, uma expressão de sentimento como nenhuma outra forma. Onde você pode brincar a vontade com as palavras e fazer os mais diversos jogos com os sentidos.
De enganar quem ouve até emocionar os corações mais duros. De criticar essa sociedade até declarar o seu amor a alguém.
Música é como poesia. Não. Música É poesia.


Lins

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Obscuridade.

E esse sentimento ruim, que teima em grudar cada dia mais em seu coração? Essa coisa que te consome e você morre cada dia um pouco mais por não poder expressá-lo? Até poderia, mas as pessoas o repudiariam se soubesse dessa sua emoção maldita.
E o que adianta, os conselhos de parar e repensar no seu psicológico, se muito pouco poderia mudar com isso. Essa necessidade de se achar o melhor acaba com sua vida. E quando alguém o supera, não importa quem, você compete. E o que importa nessa competição? GANHAR.


Lins

sábado, 18 de junho de 2011

Música.

Se ligo o computador e fico sem música, é como se houvesse um vazio dentro de mim. Ela tem movido meus pensamentos cada dia mais.
Há sempre aquela música que descreve o momento que estamos passando. Aí é só refletir e viajar.



Lins

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um poeta.

"O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente."
Fernando Pessoa


O poeta, como o ator, como o músico, experimenta novas maneiras de viver. Não contente em viver somente sua realidade, busca outras formas de se relacionar, nunca esquecendo sua verdadeira essência, de onde veio e sua personalidade. Apenas buscar entender.


Lins

Conhecimento.

Busque, pense, aprenda e compartilhe.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

domingo, 8 de maio de 2011

Situações.

É aterrorizante quando se vive as coisas na pele.
Algo que me parecia extremamente bom, começa a me assustar. Quanto deito me pego pensando nos acontecimentos passados e que me fazem acordar várias vezes durante a noite. Quase não durmo. Nem consigo raciocinar direito com esses pensamentos que me afligem cada dia mais.
O amor a um amigo é tão diferente de um amor a uma outra pessoa. Quer dizer, existem vários tipos de amor, acredito eu.
Tem o amor de mãe, de irmão, ou seja, o amor familiar. Tem também aquele amor especial que você sente quando está com um amigo em que você confia. Mas tem também, aquele amor em especial, que você sente por uma pessoa extremamente especial que às vezes não é correspondido.
Quando você se apaixona por alguém e não é recíproco, o que você pensa?
Seus sentimentos se embaralham, você começa a pensar que há algo errado com você. Não sei, comigo acontece isso. E parece que a outra pessoa não te dá a mínima. Parece que ela até mantém uma certa distância de você!
É estranho.
Agora me pergunto o que é pior. Amar e não ser amado. Ou ser amado, mas não amar?
E sabe, não é que eu não sinta nada por você, eu te amo. Mas é o amor de amigo.
Espero que você compreenda!


Lins

domingo, 27 de março de 2011

Lembranças.

Não importa o quão excitante sejam as novas descobertas, as novas amizades, enfim, as novidades. Você sempre vai sentir aquela pontinha de saudade das coisas que aconteceram a algum tempo atrás.
Esses dias eu estava lembrando dos episódios da minha vida enquanto eu estudava em outra escola. Quase chorei. Tudo bem, eu sou uma manteiga derretida, mas mesmo assim. Apesar de já estar de saco cheio daquela escola, eu tive ótimos momentos lá e com meus amigos de lá.
Os momentos que passei com eles foram tão mágicos e fortes que fica completamente impossível esquecer.
Quando nós saíamos juntos e falávamos sobre TUDO mesmo não querendo dizer NADA. Falávamos tantas besteiras e ríamos tanto juntos que até chorávamos. Era uma época boa.
Mas o tempo não para, já dizia nosso poeta Cazuza. As coisas mudam, as pessoas que habitam nosso coração mudam.
Quer dizer, algumas dessas pessoas mudam, porque tenho amizades de muito tempo atrás que ainda moram em meu coração. Que eu amo demais e posso dizer sim, que são meus MELHORES AMIGOS.


Lins

sábado, 19 de março de 2011

O mundo e nós.

Temos "apreciado" vários demonstrativos de que a Terra não está em ordem. Várias tragédias ocorrendo em potências mundiais e logo menos, coisas do tipo podem sim acontecer no Brasil. Aliás, algumas dessas tragédias já ocorreram no Brasil. Como enchentes, alagamentos, deslizamentos de terras. E o pior é que as pessoas perderam casas e bens que batalharam muito para conseguir. E pior que isso, tivemos centenas de vítimas fatais, e muitas outras ficaram com sequelas graves.
Desde os primórdios na humanidade, as pessoas tinham o instinto da sobrevivência e faziam de tudo para que suas barreiras de segurança não fossem ultrapassadas por nenhum mal. Porém, para que isso ocorresse, era necessário construir fortes que eles chamaram casas. Depois disso, foram buscar o conforto. E o que isso tem de ruim? Acontece que para que esta segurança e esse conforto se concretizassem era necessária a civilização.
Daí, começou tudo.
Não que a civilização seja uma coisa ruim. Mas o crescimento descontrolado fez com que o mundo todo sofresse.
Talvez, eles, os seres humanos, tivessem mais preocupados com a sobrevivência do momento e não pensassem tanto assim no que poderia vir pela frente. Talvez eles não tivessem pensado no futuro que dariam para suas crias.
Agora, a nova geração busca uma forma de de reverter todos esse ataques à Terra de uma maneira que os resultados sejam a longo prazo.
Numa dessas discussões que a gente tem com os amigos sobre os problemas e possíveis soluções para estes, me disseram algo que me chamou muito a atenção, e que é realmente verdade: a maioria das pessoas culpam esse acontecimentos como consequências de uma mal governo. Só que, o governo, tem muitos, mas MUITOS outros assunto de tanta urgência quanto o meio-ambiente. A verdade é que as prioridade deles são outras. Como saúde, educação, transporte, trabalho. Muitas outras coisas de extrema necessidade que tem de ser resolvidas o mais rápido possível. Ou pelo menos terem uma melhoria.
As pessoas dizem que eles não fazem nada para mudar o país e quando fazem, ainda dizem que é para "se mostrar", para mera propaganda.
Quer saber, se isso for verdade, tomara que os políticos continuem fazendo essa tal propaganda e que possam resolver alguma coisa.
Bom, o que temos que fazer é tomar algumas sábias decisões, pequenas decisões, que possam ajudar o país. Porque o governo, gente, somos nós, o povo! Nós é que temos que dar o primeiro passo para que o MUNDO possa andar para frente, e não recuar nunca mais.


Lins

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A vida efêmera.

Desde que eu aprendi a palavra "efêmera" com minha professora de português no ano passado (2010), não parei mais de usá-la.
É uma palavra sem dúvida nenhuma muito poética, e eu, que já adoro essa coisa toda de poesia e palavras rebuscadas, a adorei.
Não que eu a use muito na minha vida, mas ela é interessantemente bonita e expressiva.
Efêmero: que dura pouco; passageiro.
As pessoas dizem que a vida passa muito rápido, que as coisas acontecem em um ritmo incansávelmente rápido e contínuo, sem nos dar tempo nem ao menos para pensar no que está havendo.
Talvez isso não seja verdade. Se não contarmos as interferências da vida, sei lá, temos uns setenta ou oitenta anos de vida. Bom, a expectativa de vida está cada vez maior! Tudo bem, sou apenas uma adolescente e não sei bem o que esse tanto de anos representa. Mas setenta anos me parece bastante para fazer tudo o que eu quiser, ou não?
As pessoas reclamam da falta de tempo. Mas acontece que não é que a vida passa rápido ou lentamente, e sim a falta de senso dessas pessoas em não saber aproveitar o tempo como se deveria.
Consumimos a maior parte dos anos da nossa vida reclamando de coisas que deveriam ser mudadas por nós mesmos, isso é um fato. Entretanto, as pessoas se acostumaram com o jeito que as coisas vão acontecendo e se recusam a mudar o que as incomodam.
Elas vão acumulando problemas nas costas e não querem nem sequer tentar mudar isso, e se habituam ao que na verdade as fazem mal.
Reclamar não adianta coisa alguma eu sei, mas se alguém tentasse ao menos fazer algum raio de coisa que seja para mudar o que é necessário já estaria bom. Assim, talvez, muita gente não estaria perdendo tempo grudada com a bunda no sofá da sala, assistindo ao Jornal Nacional, reclamando de políticos que não exercem seu trabalho direito, porque o planeta não para de decair.
Todo mundo pode fazer um pouco, e com a ajuda de todos talvez a vida não passasse tão rápido e sem conteúdo algum pra contar história.


Lins