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sábado, 26 de junho de 2010

Eragon.

" A aflição tomou conta de Eragon quando ele acordou. Embora mantivesse os olhos fechados, não conseguia deter uma nova torrente de lágrimas. Ele tentava se lembrar de alguma coisa, procurava alguma ideia que o ajudasse a preservar a sanidade. Não posso viver assim, lastimou-se.
Então não viva assim. As palavras de Saphira reverberaram na mente dele.
Como? Garrow partiu para sempre! E com o tempo, terei o mesmo destino. Amor, família, realizações - tudo isso é tirado de nós, e ficamos sem nada. Que valor têm essas coisas que fazemos?
O valor está no ato. O seu valor acaba quando você se rende ao desejo de mudar, de viver a vida. As opções estão à sua frente, escolha uma e dedique-se a ela. As ações darão a você uma nova esperança e um novo propósito.
Mas o que posso fazer?
A única orientação verdadeira está dentro do seu coração. Nada menos do que o seu desejo supremo pode ajudá-lo. "


Lins

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Desabafamento.

Não existe uma pessoa que viva sem aflições, desesperos, tristezas ou coisas assim. Num mundo tão civilizado que é o de hoje, não deveríamos ter dias como esses. Mentira. O pior é que em qualquer época em que estejamos, sempre haverá um dia triste e deprimente. Nem que seja apenas um.
A capacidade de um ser humano de destruir um sonho ou uma vontade alheia é nata. Vem desde que se entende por gente. E ninguém é desprovido dessa capacidade. Absolutamente. Todos nós temos uma vontade imensamente grande de furar um balão cheio de gás. E o fazemos por pura vontade. Pode ser que não seja por maldade, sim. Mas acaba sempre magoando alguém. Uma, duas, três pessoas. Po uma, duas, três vezes. Não importa. Isso acontece.
Vargas não queria fazer o mal a população quando istalou aqui a opressão, o regime militar. Porém muito se sentiram magoados. Estou errado? Não, não estou.
O fato é, as pessoas com suas mente cabulosas e mal intencionadas fazem com que a realidade vivida por todos hpje seja nada mais, nada menos que pura mentira. Deslealdade.
Não vou generalizar e modo algum, porém tenhamos o bom senso de identificar em nós mesmo essas característas. Mesmo que apenas uma.
Se você não conseguiu se identificar, meu amigo, sinto lhe informar, mas seu auto-conhecimento não está lá muito aguçado.
Pessoas crescem, se engrandecem e mudam. Mudam de qaulquer forma, mas sempre mudam. Pra melhor, pior. Mudam fisicamente, emocionalmente.
As pessoas mudam o jeito de refletir sobre certos assuntos antes nunca cogitados por ela. Isso é bom. Mesmo que seja para um caminho que não o dito certo.
E tem outa coisa. O que as pessoas realmente consideram certo ou errado?
Não seria uma falta de respeito dizer que só o que está escrito em leis que é o certo?
Se não, então a lei de Hamurabi pode ser usada atualmente: ''Olho por olho, dente por dente'' ?
Pense nisso.


Lins

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Amizade.

Sabemos que quanto mais tempo conhecemos uma pessoa, mais coisas sabemos sobre ela. E ás vezes as coisas que sabemos pode não ser tão boas quanto gotaríamos.
Conheço o Frederico há desessete anos, e nó dois eramos os chamados amigos de verdade. Daqueles que se conta os piores segredos. Daqueles pra quem se quer contar primeiro a fofoca.
É uma mentira dizer que nós homens não fofocamos. Mentira deslavada. Tanto homens quanto mulheres sentem uma vontade imensamente grande de falar sobre a vida alheia. Porque nem sempre a nossa vida é tão interessante assim, nós acabamos por falar de outras pessoas, e ainda aumentamos as proporções reias da história.
Num dia desses comuns, estava eu e Frederico sentado num banco de shopping a comentar de um episódio entre a Bárbara e a Camila, duas colegas de faculdade. Fredie, como o chamo, me disse que Bárbara havia trocado os nomes em uma prova. Ao invés de colocar seu nome, Bárbara colocou o nome de Camila, pois ela sabia que Camila era muito mais inteligente que ela.
Ficamos falando disso horas. Nem vimos o tempo passar.
Fiquei atordoado com as reações de Fredie ao falar desse ocorrido. Ele estava nervoso e se via claramente que aumentara um tanto a estória.
Fredie nunca havia mentido para mim. Sempre que me contava uma coisa me dizia a verdade. Falava como tudo tinha acontecido realmente.
Eu também , nunca menti para ele. Nunca hei de mentir! Nem ouso.
Passados alguns meses, já havia esquecido parcialmente essa história, e estávamos novamente fofocando sobre a vida alheia. Desta vez fui eu. Falando sobre algo sem importancia no momento. Falei como havia acontecido. Tal qual a estória real. Fredie me disse que eu era um péssimo contador de estótias. Que eu tinha que aprender com ele a mentir. Calei-me. Levantei-me e fui embora.
Não aprovei aquela atitude tomada por Fredie. Fiquei uns dias sem ir à faculdade. Ele preocupado, me ligou algumas vezes. Atendi, falmos algo e desligamos. Foi assim em todas as nossas conversas por telefone. Havia algumas vezes um vazio que esperava alguma palavra para ser preenchido. Do outro lado da linha ele mudo. E do lado de cá o mesmo.
Quando voltei para a faculdade, fomos conversar coisas costumeiras. Toquei no assunto mentira. Ele disse que sempre que tinha a oportunidade de inventar alguma mentira para tornar uma fofoca mais interesante ele o fazia. Fiquei pasmo. Em todos esses desessete anos convividos nunca ouvi ele falando dessa maneira.
Perguntei se ele já falou algo sobre mim, e aumentou a estória. Ele me surpeendeu mais ainda com a resposta: ''Sim''. Seguiu-se um profundo silêncio. Eu olhando em seus olhos. Vendo que naquele momente ele não mentira. Procupei-me.
Perguntei o que ele havia falado. Ele não me responde. Simplesmente mudou o assunto como se fosse um nada.
Levantei. E lhe dei uma lição de moral como nunca havia dado antes a pessoa alguma.
Disse-lhe que confiava minha alma a ele. Disse-lhe que nunca, jamais contaria uma mentira a seu respeito. Disse-lhe muitas frases mais e me calei.
Fui embora. E chorei.
Dia seguinte. Ele veio falar comigo. Ouvi atentamente seu pedido de desculpas.
Ele me disse que não tivera a intenção de me magoar. Disse-me que eu era seu melhor amigo e que eu podia sim, confiar nele.
Perdoei-o.
Porém, a nossa amizade nunca mais foi a mesma. Sempre que fazia novos amigos, tentava o máximo possível conversar e conhecer mais sobre a pessoas. Pois a gente nunca sabe quando vai encontrar uma falso amigo a nossa frente.
Passou-se alguns anos e fomos perdendo contato. Não tive mais notícias de Fredie.
Uma vez minha mãe me disse que amigos verdadeiros não mentem e são eternos. Nesse momento percebi que Fredie era apenas mais um colega de escola, faculdade. Isso prova que nem mesmo amigos de infância escapam de ter uma falso amigo.

Lins

terça-feira, 15 de junho de 2010

Paixão brasileira.

Quando eu era apenas um menino, não ligava muito pra futebol. Gostava de brincar na rua com meus amigos de pegar, de se esconder! Porém, não me ineressava por futebol.
Cresci. Continuei a pensar da mesma maneira. Meus pais diziam que eu era a ovelha negra da família. Eu não ligava.
Com meus vinte e três anos, na copa de mil novecentos e cinquenta e oito, sentei, para assistir ao último jogo.
Brasil vence! Vibrei. Como nunca havia vibrado com futebol antes! Achei aquilo o máximo, uma sensação indescritível, maravilhosa.
Depois daquele dia, mudei ligeiramente minha opinião. Ainda não assisto a todos os jogos ou torço pra times de São Paulo. Apenas para o Brasil em dia de jogo de Copa do Mundo! Aí sim, eu torço, vibro, grito, choro. Pois acima de tudo, sou basileiro sim, e com muito orgulho.
Falem o que quiser da nossa nação, mas nós somos poderosos e conseguimos a façanha de participa de todas as copas e sermos os maiores capeões do mundo.
E agora, de quatro em quatro anos, reservo meu tempo para assisir e torcer para o meu país.

Obrigada Brasil!

Lins

domingo, 13 de junho de 2010

Amor.

Agora pude ver, o quanto sou apaixonada por você!
Me perdoe, eu não queria, todavia aconteceu.
Você me faz sentir bem, viva de novo.
Obrigada por existir.
Te amo.

C.R.


Lins

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Again.

E justo hoje. Me faltaram as palavras. Acanhada na hora de dizer ''tchau''.
Por que você não me diz o que sente? Ou não sente?
E a outra? Ó, a outra. A amiga. A minha amiga. Sentimentos e dúvidas. Cruel!
Não posso fazer nada enquanto... Enquato ela não decide. E eu? Estou aqui. Aqui me apaixonando por você! Mais e mais esse seu jeito me encanta. Me encanta.
Palavras que eu queria te dizer e não consigo. Não posso. Ainda não.
E você, carinhoso, amoroso, gentil! Ó, dúvida cruel! Acabe comigo logo, logo. Antes que eu me acabe.
Eu não queria confessar, apenas desabafar. O que eu estou sentindo nesse momento e enquanto estamos juntos. Seu rosto perto do meu. Suas mãos escostadas nas minhas. Seu abraço fraterno me esquentando, me protegendo do frio, do mal. Eu te amo.
Me desculpe por isso.


Lins

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Constancia.

Uma noite fria dessas de outono, eu estava olhando para o céu, e o vi todo estrelado. Lindo.
Fiquei tão encantada com as estrelas e o céu num azul escuro quase roxo, que peguei até os meus óculos para exergar melhor (maldita miopia). Mergulhei num pensamento profundo, me desliguei de tudo que estava fazendo. Me desliguei de cada movimento ao meu redor. E sorri.
Eu acho que nenhuma visão até agora foi tão bonita pra mim. Talvez seja porque dessa vez não me passou desapercebido.
As estrelas, naquele céu que mais parecia um veludo azul royal, estavam como se recortadas com suas cinco pontas em um papel prateado. Magníficas e soberanas. Reinando sós no céu que me fez filosofar.
Fiquei ali por um bom tempo, inerte. Olhando para cima. Daí, passou um tempo, comecei a girar. A rodar em torno de mim mesma. E as estrelas lá, girando comigo num ritmo frenético e constante. Parei. E fiquei olhando por mais um bom tempo.
Naquele dia, na hora de dormir, sentei em minha cama e fiquei pensando naquele momento único. Naquele céu sem nuvens e com muitas estrelas brilhantes e prateadas. Chorei.
Como pode, a natureza nos criar uma paisagem ou cena (chame como quiser) tão maravilhosa, e ninguém, ou quase ninguém, falar sobre isso? Como pode, uma coisa tão bela, passa como rotineira na vida de um ser humano?
Comecei, a partir daquele dia, a prestar atenção em cada detalhe que me vinha de repente, não rotineiro. Percebi que há cada coisa no mundo, no meu mundo, tão bela, e que eu nunca havia reparado!
... Mas em um dia especial, um certo amigo em especial me disse que não são naqueles momentos exuberantes e grandiosos que ficam guardados em nossa memória, mas sim aqueles momentos em que você se sente único e contente, em que explode alegria dentro de seu peito. São os pequenos momentos, os mais singelos, que fazem nossa vida ser única.
Agradecimento especial ao Robledo!
Obrigada.

Lins