Uma noite fria dessas de outono, eu estava olhando para o céu, e o vi todo estrelado. Lindo.
Fiquei tão encantada com as estrelas e o céu num azul escuro quase roxo, que peguei até os meus óculos para exergar melhor (maldita miopia). Mergulhei num pensamento profundo, me desliguei de tudo que estava fazendo. Me desliguei de cada movimento ao meu redor. E sorri.
Eu acho que nenhuma visão até agora foi tão bonita pra mim. Talvez seja porque dessa vez não me passou desapercebido.
As estrelas, naquele céu que mais parecia um veludo azul royal, estavam como se recortadas com suas cinco pontas em um papel prateado. Magníficas e soberanas. Reinando sós no céu que me fez filosofar.
Fiquei ali por um bom tempo, inerte. Olhando para cima. Daí, passou um tempo, comecei a girar. A rodar em torno de mim mesma. E as estrelas lá, girando comigo num ritmo frenético e constante. Parei. E fiquei olhando por mais um bom tempo.
Naquele dia, na hora de dormir, sentei em minha cama e fiquei pensando naquele momento único. Naquele céu sem nuvens e com muitas estrelas brilhantes e prateadas. Chorei.
Como pode, a natureza nos criar uma paisagem ou cena (chame como quiser) tão maravilhosa, e ninguém, ou quase ninguém, falar sobre isso? Como pode, uma coisa tão bela, passa como rotineira na vida de um ser humano?
Comecei, a partir daquele dia, a prestar atenção em cada detalhe que me vinha de repente, não rotineiro. Percebi que há cada coisa no mundo, no meu mundo, tão bela, e que eu nunca havia reparado!
Fiquei tão encantada com as estrelas e o céu num azul escuro quase roxo, que peguei até os meus óculos para exergar melhor (maldita miopia). Mergulhei num pensamento profundo, me desliguei de tudo que estava fazendo. Me desliguei de cada movimento ao meu redor. E sorri.
Eu acho que nenhuma visão até agora foi tão bonita pra mim. Talvez seja porque dessa vez não me passou desapercebido.
As estrelas, naquele céu que mais parecia um veludo azul royal, estavam como se recortadas com suas cinco pontas em um papel prateado. Magníficas e soberanas. Reinando sós no céu que me fez filosofar.
Fiquei ali por um bom tempo, inerte. Olhando para cima. Daí, passou um tempo, comecei a girar. A rodar em torno de mim mesma. E as estrelas lá, girando comigo num ritmo frenético e constante. Parei. E fiquei olhando por mais um bom tempo.
Naquele dia, na hora de dormir, sentei em minha cama e fiquei pensando naquele momento único. Naquele céu sem nuvens e com muitas estrelas brilhantes e prateadas. Chorei.
Como pode, a natureza nos criar uma paisagem ou cena (chame como quiser) tão maravilhosa, e ninguém, ou quase ninguém, falar sobre isso? Como pode, uma coisa tão bela, passa como rotineira na vida de um ser humano?
Comecei, a partir daquele dia, a prestar atenção em cada detalhe que me vinha de repente, não rotineiro. Percebi que há cada coisa no mundo, no meu mundo, tão bela, e que eu nunca havia reparado!
... Mas em um dia especial, um certo amigo em especial me disse que não são naqueles momentos exuberantes e grandiosos que ficam guardados em nossa memória, mas sim aqueles momentos em que você se sente único e contente, em que explode alegria dentro de seu peito. São os pequenos momentos, os mais singelos, que fazem nossa vida ser única.
Agradecimento especial ao Robledo!
Obrigada.
Lins
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